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Bloco de Concreto no Rio de Janeiro

A capital carioca é uma cidade que está sempre em crescimento. Assim, erguer uma edificação na região, e em qualquer outra, é algo que merece planejamento detalhado e ótima execução. Para ambas essas etapas, uma alternativa interessante é o uso do bloco de concreto no Rio de Janeiro.

O Rio de Janeiro é conhecido mundialmente por sua beleza. Com o título de Cidade Maravilhosa, o município é o principal destino turístico do Brasil, e também destaque no âmbito cultural e econômico do país. Isso porque são inúmeras as grandes empresas presentes na região, algo que vem ocorrendo desde os primeiros anos do Brasil, uma vez que a capital do estado do Rio também já foi a capital brasileira.

O Rio foi capital do Brasil entre 1621 e 1960. Só deixou de ser a cidade centro do país quando Brasília foi construída com o objetivo de ocupar esse título. Ou seja, a cidade é um espaço onde o desenvolvimento sempre esteve altamente presente. Algo que aumentou com o desenvolvimento da Construção Civil, que criou formas mais rápidas e baratas de se erguer imóveis.

Por que usar bloco de concreto no Rio de Janeiro?

O bloco de concreto é um material cada vez mais popular nas obras. O produto é composto por cimento, água, cal e os chamados componentes agregados. O grupo de “agregados” pode incluir pó de pedra, pedriscos, areia ou ainda alumínio em pó, dependendo da empresa que fabrica o bloco.

Para sua produção, todos os componentes são misturados, em proporções específicas. Juntos, eles formam uma espécie de “farofa”, que é levada a um equipamento de vibração e prensagem. É a prensagem que compacta os materiais, dando a eles o formato do bloco propriamente dito. Para finalização, o produto passa pelo processo de cura, que evita sua perda de umidade e acelera seu ganho de resistência.

Todo esse processo e materiais necessários para a produção de um bloco de qualidade são regulados no Brasil pela ABNT. A Associação Brasileira de Normas Técnicas é a responsável pela regulação de uma série de produtos no país, e sua avaliação garante a qualidade dos materiais utilizados pelo consumidor.

Além do processo de fabricação, a associação acaba, então, por analisar também o resultado desse processo. Dessa forma, após prontos, os blocos de concreto têm, primeiro, sua homogeneidade avaliada. Todo material precisa apresentar aparência sólida, uma vez que o aspecto muito poroso indica baixa resistência da peça. A resistência desse tipo de material refere-se à capacidade da parede em suportar as ações mecânicas comuns numa obra, como choques, deformações, vento e chuva.

Outra análise realizada é de acordo com a integridade do produto. O bloco não deve possuir rachaduras, trincas ou qualquer outro tipo de avaria. Caso essas características existam, a resistência da edificação também pode ser comprometida, assim como o assentamento das peças e a durabilidade do imóvel erguido.

Análise completa garante segurança

A ABNT analisa ainda a resistência de compressão do bloco, sua absorção da água (que deve ser de no máximo 10%) e a retração ocorrida por secagem. Obviamente, é difícil analisar cada bloco em separado, então a avaliação é feia por lotes, assim como o trabalho geral da marca responsável.

Há ainda a análise dimensional, ou seja, de tamanho e peso das peças em geral. Os blocos utilizados numa construção devem possuir peso e tamanho muito próximos. Do contrário, o assentamento das peças será mais difícil, e as variações poderão comprometer a estabilidade da edificação. Todas essas características garantem, inclusive, a facilidade de aderência dos blocos à argamassa de junção.

Segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, os blocos de concreto devem ainda possuir tamanho múltiplo de 10 centímetros. Isso permite maior rapidez na execução do projeto, já que se torna pouco necessário o corte do bloco para arremate da obra.

O que também garante essa facilidade são os diversos formatos de blocos disponíveis no mercado. O mais comum é a peça vazada, maior. No entanto, existe também o chamado meio-bloco, com tamanho correspondente a aproximadamente metade de um bloco comum. Esse é o que permite melhor finalização de uma construção. Já o bloco em formato de U é ideal para canaletas, enquanto o em J auxilia na execução do projeto de uma laje.

Classificações do material

Além destes, outro dado importante a se verificar no momento da compra do material é sua classificação. Segundo a ABNT, há duas categorizações principais do produto: a em classes (A, B, C e D), e a por número de pavimentos a serem erguidos.

O bloco de classe A pode ser utilizado em obras acima ou abaixo do solo, e tem função estrutural, ou seja, pode ser utilizado para erguer paredes. Já as peças das classes B e C só devem ser utilizadas em elementos de alvenaria acima do nível do solo, e também possuem função estrutural. O material da classe D, por outro lado, só deve ser usado acima do nível do chão, e não têm função estrutural.

Os blocos mais recomendados são o de classe C. Nessa categoria, é possível encontrar a divisão por pavimentos. Há, por exemplo, as peças designadas como M10, ideais para um pavimento. As chamadas M12,5 podem erguer até dois pavimentos. Finalmente, os blocos M15 e M20 podem sustentar edificações de vários andares, chegando a até vinte pavimentos, dependendo do projeto.

O rendimento de um bloco de concreto no Rio de Janeiro, e claro, em outros locais, é de 12,5 peças para cada metro quadrado, algo bastante interessante. O uso de tijolos “comuns” de alvenaria costuma demandar maior quantidade de material. Isso também provoca um custo maior.

Contando com material de qualidade, é possível ainda aproveitar de vantagens como a rapidez na finalização da obra. Há também o isolamento sonoro e térmico que o concreto oferece à edificação. E, claro, a beleza e qualidade do acabamento realizado com esse produto

Somente o arquiteto/engenheiro responsável pela obra pode indicar o material mais interessante à execução da construção. Por isso, realize consultoria sempre que necessário. Assim como com os vendedores de materiais de construção, experts no assunto.

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