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Bloco de Concreto em São Paulo

Mora na capital paulista e está planejando construir um novo imóvel? Que tal então “inovar”, utilizando o melhor que a Construção Civil tem a oferecer? Basta utilizar o bloco de concreto em São Paulo!

São Paulo é o principal centro corporativo e financeiro do Brasil, e até da América Latina. Como o próprio lema presente na bandeira da cidade diz, “ela conduz, não é conduzida”. Sua história quase toda é assim: fundada em 1554 por jesuítas, a cidade se tornou rapidamente um polo, com outras cidades sendo construídas ao seu redor para a proteção do território.

Assim, o crescimento do município foi muito acelerado, algo que se desacelerou nos últimos anos. Não por algo ruim: simplesmente porque parede não haver mais para onde crescer! A capital paulista já é a 14ª cidade mais globalizada do planeta, com enorme área industrial.

O que marca a paisagem de São Paulo são enormes edificações. Há muitos prédios na região, que abrigam moradores e empresas, pequenos negócios ou multinacionais. Os enormes edifícios, apesar de abrigarem coisas muito diferentes, costumam ter algo em comum: a construção realizada com blocos de concreto!

Bloco de concreto em São Paulo

O bloco de concreto é um material fabricado por meio da mistura de componentes como o cimento, água, cal e agregados. Os “agregados” podem incluir alumínio em pó, pó de pedra, pedregulhos e areia, e essa composição varia de acordo com a fábrica responsável pelo produto.

Juntos, esses materiais formam algo semelhante a uma “farofa”. Essa farofa é então levada a um equipamento de vibração e prensagem. É nessa máquina que os componentes são compactados, ganhando a forma do bloco propriamente dito. Para finalização, a peça passa pelo processo de cura, que evita sua perda de umidade e aumenta sua resistência.

Os modelos de blocos de concreto variam. A peça mais comum é o grande bloco vazado, que possuem dois grandes furos. Há também os semelhantes aos tijolos comuns de alvenaria. Outro modelo é o chamado meio-bloco, que tem tamanho correspondente a aproximadamente metade do bloco comum, perfeito para a arrematação de construções. Já os blocos em formato de U são ideais para canaletas e estruturas semelhantes, enquanto os em J costumam ser utilizados para lajes. Em geral, o bloco maior tem rendimento de 12,5 peças por metro quadrado.

Para que o bloco utilizado na construção seja de boa qualidade, garantindo a solidez da obra, o consumidor deve tomar alguns cuidados para adquirir o material. Como verificar a homogeneidade da peça e a inexistência de trincas ou outras imperfeições. Facilitando esse processo, a ABNT faz a análise de toda marca que produz esse tipo de material.

Atenção à escolha do material!

A ABNT é a Associação Brasileira de Normas Técnicas, responsável por regular a produção e qualidade de uma série de produtos no Brasil. Em relação aos blocos de concreto, ela analisa a resistência de compressão, a absorção de água e a retração por secagem. A análise dimensional também é feita, e verifica o tamanho e peso dos “tijolos”. É fundamental que as peças sejam muito semelhantes em suas dimensões, para que a estrutura finalizada tenha maior solidez. Possuindo essa característica, a edificação vai conseguir suportar qualquer ação mecânica externa como o vento, a chuva, deformações e choques.

Para que consiga atender a todos esses requisitos, é fundamental que o bloco de concreto seja produzido por uma empresa especializada. Brasil afora, ainda é comum que os blocos sejam produzidos no canteiro de obra, de acordo com a necessidade dos trabalhadores. Essa prática, no entanto, pode ser perigosa. Afinal, o material fabricado assim pode não possuir as proporções corretas de material, nem ser prensado corretamente. Se esse for o caso, a solidez da obra ficará, de novo, comprometida.

Por outro lado, quando o material é produzido na indústria, ele já possui a certificação de que segue as normas. Na fábrica, o processo de mistura e prensagem das peças é mais homogêneo, dando maior segurança à construção.

No momento da escolha do material, é interessante ainda obter orientação do engenheiro ou arquiteto do projeto. Com essa consultoria, você, consumidor, poderá definir os tipos de blocos necessários, as quantidades de cada um, a mão-de-obra necessária e qualquer outro aspecto inerente a uma boa estruturação.

Tipos e usos

O uso do bloco de concreto é muito comum na elevação de paredes. Afinal, são essas estruturas que arquitetam uma edificação. São elas também que definem a segurança ou não de uma obra, uma vez que sua solidez é fundamental para manter um prédio de pé. No entanto, as peças de concreto também podem ser utilizadas em outras estruturas. Como em muros de arrimo ou em piscinas.

São vários os tipos de bloco disponíveis no mercado, e cada um é indicado para um tipo de construção. Os blocos de classe A, por exemplo, podem ser utilizados em obras acima ou abaixo do solo. Eles também têm função estrutural, assim como as peças das classes B e C. Nas classes B e C, no entanto, os blocos só podem ser utilizados em elementos de alvenaria acima do nível do solo. O material da classe D também deve ser utilizado acima do nível do solo. Ele não possui função estrutural.

Além dessa, há a classificação por número de pavimentos que o bloco pode erguer. Os designados M10 são ideais para um andar; o M12,5, para dois. Já os M15 e M20 podem sustentar edificações mais altas.

Vantagens da escolha

A característica termoacústica desse produto é ótima vantagem para qualquer estrutura estabelecida com o material. Primeiro porque, pensando no aspecto da temperatura, o bloco de concreto não transmite calor. Isso significa que o ambiente composto por ele consegue manter temperatura agradável a qualquer hora. Isso mesmo que o espaço sofra incidência constante do sol.

Falando do aspecto sonoro, os blocos bloqueiam tanto a entrada, quanto a saída do som no prédio. A ação diminui o incômodo por ruídos, tornando o material perfeito para aplicação inclusive em edifícios residenciais.

De qualquer modo, esse material é indicado para qualquer tipo de construção. Inclusive aquelas que requerem maior economia, resistência estrutural e rapidez de execução.

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